Educação em Movimento 26 e 27 de janeiro de 2027 · Cascavel/PR
26 e 27 de janeiro de 2027 · Cascavel/PR

Programação do evento

Explore os dois dias, conheça as oficinas simultâneas e organize sua participação. A programação pode receber atualizações da organização.

Limpar
2027

26 de janeiro

Programação geral

Recepção

Credenciamento e acolhida

Recepção, orientações e deslocamento para as salas.

Oficinas

Oficinas práticas — Bloco 1

Até 20 atividades simultâneas, com vagas por sala.

Intervalo

Intervalo

Período livre para almoço e circulação.

Oficinas

Oficinas práticas — Bloco 2

Nova seleção de experiências formativas.

Palestra

Palestra de encerramento do dia

Convidado externo a ser anunciado.

Oficinas simultâneas

Manhã

8h30 às 11h30
Sala a definir

Oficina — título em definição

Francielli Pereira Gozzi Freiberger

Educação Especial e inclusão; Saúde mental e desenvolvimento emocional

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Além do laudo: Práticas de ensino e autonomia para alunos TEA

Kelley Adriana de Oliveira Stepanha

Educação Especial e inclusão

Sobre a atividade

Como transformar o laudo médico de ponto final em ponto de partida para o ensino? Diante do crescimento expressivo de matrículas de estudantes com TEA na rede regular, esta oficina convida o professor a redimensionar as estratégias de ensino frente aos desafios de adaptação curricular e à dinâmica de suporte compartilhado na sala de aula. Partindo da compreensão de que o desenvolvimento se reestrutura na relação coletiva com o meio e com as exigências culturais do conhecimento, o encontro oferece caminhos seguros para ampliar o acesso real dos alunos aos saberes escolares com segurança e leveza.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Letramento Racial e Educação Antirracista: Da Legislação à Prática — PNEERQ, VAAR e Protocolos de Identificação e Resposta ao Racismo

Kleiton Linhares

História e Geografia; Educação antirracista e interculturalidade; Políticas públicas e financiamento da educação; Ensino Religioso

Sobre a atividade

A oficina proposta inicia com uma pergunta, que tem sido constantemente feita nos espaços escolares: Como transformar as políticas educacionais antirracistas em ações concretas no cotidiano das instituições de ensino?
Desta forma, a oficina propõe uma experiência formativa, crítica e participativa sobre os desafios e as possibilidades de implementação da Educação das Relações Étnico-Raciais, articulando os fundamentos do Letramento Racial e da Educação Antirracista à Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (PNEERQ), às condicionalidades de equidade da complementação VAAR/FUNDEB e aos mais recentes indicativos do MEC, que são os Protocolos de Identificação e Resposta ao Racismo.
O caminho a ser traçado, tem como norte reflexões teóricas, análise de situações-problema e atividades práticas e jogos, e os participantes serão convidados a identificar e reconhecer as manifestações do racismo presentes nas relações escolares, compreendendo quais são as responsabilidades institucionais e discutir estratégias de prevenção, acolhimento, registro, encaminhamento e acompanhamento de ocorrências de discriminação racial, injúria racial e racismo.
A oficina aproximará legislação, gestão e prática pedagógica, possibilitando a construção de um ambiente educativo que seja comprometido com a equidade racial (para além somente do financiamento) e com a superação de ações pontuais, avançando para a institucionalização de práticas antirracistas permanentes.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Do som à palavra: caminhos para uma alfabetização intencional e significativa

Rosane Aparecida Brandalise Corrêa

Alfabetização e letramento

Sobre a atividade

Como a criança compreende que aquilo que falamos pode ser representado pela escrita?
O que os sons da fala têm a ver com o processo de alfabetização?
E como organizar o ensino para que a criança avance na apropriação da leitura e da escrita?

Nesta palestra, vamos refletir sobre a palavra como elemento central do processo de alfabetização, explorando a relação entre oralidade, sons, fonemas e grafemas.
Discutiremos o papel do ensino intencional e organizado na aprendizagem da linguagem escrita.
Serão apresentadas possibilidades de encaminhamentos do trabalho pedagógico com a análise sonora da palavra e sua representação escrita.
A proposta é aproximar teoria e prática, pensando em situações de ensino que desafiem a criança a observar, analisar, comparar e compreender.
Um encontro para repensar práticas, ampliar possibilidades e fortalecer o trabalho docente na alfabetização.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

A Leitura como Prática de Linguagem na sua relação com as Avaliações Externa: Prova Paraná e SAEB

Terezinha da Conceição Costa-Hübes

Alfabetização e letramento; Língua Portuguesa e linguagem; Avaliação educacional

Sobre a atividade

Avaliações externas como Prova Paraná e SAEB interferem decisivamente nos encaminhamentos didáticos em sala de aula, a ponto de definir que conteúdos devem ser mais explorados nos 2º e 5º anos do Ensino Fundamental. Em função disso, Secretaria de Educação, Coordenação Pedagógica e Professores desdobram-se na perspectiva de preparar os alunos para atender minimamente o que é cobrado por essas avaliações. Diante isso, propomos, por meio dessa oficina, a retomar os objetivos de aprendizagens explorados tanto na Prova Paraná como no SAEB para juntos, pensarmos em encaminhamentos que promovam o desenvolvimento da capacidade de leitura dos alunos.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Oficina — título em definição

cristiane

Alfabetização e letramento; Língua Portuguesa e linguagem

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Oficina — título em definição

sandra

Ciências da Natureza

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

(Re)vendo conceitos e práticas essenciais nas Geometria(S), com ênfase nas avaliações externas.

Heliane Mariza Grzybowski Ripplinger

Matemática e educação matemática

Sobre a atividade

Atividades desenvolvidas na forma de oficina, voltada a atividades práticas e com fundamentos teóricos na unidades temática Geometria(S), para os anos iniciais e finais do ensino fundamental.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Acolhimento Linguístico e Aprendizagem: estratégias pedagógicas para o ensino de estudantes imigrantes

Cristiane Aparecida Ribeiro Bueno

Língua Portuguesa e linguagem

Sobre a atividade

A formação propõe a reflexão e o desenvolvimento de estratégias pedagógicas para o acolhimento, a participação e a aprendizagem de estudantes imigrantes no contexto escolar. A formação parte dos desafios concretos vivenciados pelos profissionais da educação diante da diversidade linguística e cultural presente nas escolas, considerando que o desconhecimento ou o domínio ainda inicial da língua portuguesa não deve constituir impedimento ao acesso aos conhecimentos escolares.

Ao longo da formação, serão abordadas as especificidades linguísticas e escolares dos estudantes imigrantes, a identificação de barreiras linguísticas no cotidiano da escola, estratégias de acolhimento e inserção, formas de comunicação em sala de aula e utilização de recursos visuais, gestuais e multimodais. Também serão trabalhadas estratégias para o ensino do vocabulário e dos comandos escolares, adaptação de atividades sem redução dos objetivos de aprendizagem, participação dos alunos nos diferentes componentes curriculares e possibilidades de avaliação durante o processo de aprendizagem da língua portuguesa.

A formação contemplará ainda a relação entre escola e família, a construção de um perfil linguístico-pedagógico do estudante e a elaboração de estratégias e planos de atendimento que possam orientar o trabalho docente. A proposta busca articular fundamentos teóricos e metodológicos a situações concretas do cotidiano escolar, oferecendo aos profissionais conhecimentos e recursos que contribuam para práticas pedagógicas mais acessíveis, planejadas e inclusivas diante da diversidade linguística.

A formação terá caráter teórico-prático, privilegiando a análise de situações do cotidiano escolar, a construção coletiva de estratégias e a elaboração de recursos que possam ser utilizados pelos profissionais em suas práticas pedagógicas.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Corpo em Movimento: psicomotricidade, jogos cooperativos e desenvolvimento integral

Queli Ghilardi Cancian

Educação Infantil e desenvolvimento da criança; Educação Física, corpo e movimento

Sobre a atividade

Oficina prática e vivencial que integra movimento, psicomotricidade, jogos motores, recreativos, cooperativos e colaborativos. As atividades estimulam coordenação, equilíbrio, lateralidade, percepção corporal e espacial, atenção, memória e comunicação, favorecendo a participação e a interação entre os participantes. A proposta valoriza o movimento como possibilidade de aprendizagem, desenvolvimento e bem-estar, priorizando a cooperação, a construção coletiva e a inclusão. A oficina apresenta diferentes possibilidades de utilização e adaptação dos jogos para promover o desenvolvimento motor, cognitivo, social e integral.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Corpo que brinca, corpo que aprende: O movimento na Educação Infantil

Paula Guimarães Bugs

Educação Infantil e desenvolvimento da criança

Sobre a atividade

Compreender a importância do movimento e das experiências corporais no desenvolvimento integral das crianças na Educação Infantil, reconhecendo o corpo como uma importante forma de expressão, exploração, interação e aprendizagem.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Do Prato à Descoberta: introdução alimentar, mastigação e desenvolvimento

Gabriela Franceschini de Abreu

Alimentação e saúde infantil

Sobre a atividade

Explora a relação entre alimentação, desenvolvimento e autonomia infantil, abordando a introdução dos alimentos, diferentes texturas, mastigação e estratégias para tornar o momento da refeição uma experiência de descoberta e aprendizado.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Formação Continuada

Gênelle Krambeck

Saúde mental e desenvolvimento emocional; Proteção de dados; Ensino Religioso

Sobre a atividade

Relações Interpessoais e trabalho em equipe

LGPD - Lei Geral de Proteção
De Dados


Ensino Religioso no Ensino Fundamental

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

IA e ferramentas digitais para facilitar o trabalho docente

Juliana Carli

Tecnologias, computação e inteligência artificial

Sobre a atividade

### Professor 2.0: IA e ferramentas digitais para facilitar o trabalho docente

Uma oficina prática e dinâmica para professores que desejam descobrir como a Inteligência Artificial e outras ferramentas digitais podem se tornar aliadas no dia a dia escolar. A proposta é explorar possibilidades para otimizar o planejamento, criar e adaptar atividades, produzir materiais, apresentações e recursos visuais, além de tornar algumas tarefas da rotina docente mais práticas e criativas.

Mais do que conhecer ferramentas, os participantes serão convidados a experimentar, testar e refletir sobre como utilizar a tecnologia com intencionalidade pedagógica, mantendo o professor como protagonista das escolhas e decisões sobre sua prática.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Inteligência Artificial Gratuita na Preparação de Aulas Interativas

Elio Jacob Hennrich Junior

Tecnologias, computação e inteligência artificial; Gestão pedagógica, currículo e planejamento; Avaliação educacional

Sobre a atividade

A educação básica brasileira enfrenta, nos últimos anos, um conjunto complexo de desafios que impactam diretamente o cotidiano da sala de aula e na qualidade dos processos de ensino-aprendizagem. Dados recentes de pesquisas nacionais e internacionais revelam um cenário de
sobrecarga docente, heterogeneidade das turmas, baixa engajamento dos estudantes e insuficiência de tempo e recursos para o planejamento pedagógico de qualidade.
Este curso apresenta quatro ferramentas de Inteligência Artificial de acesso gratuito (ou com elementos gratuitos):
1 NotebookLM (Google) - Ferramenta principal;
2 Gemini (Google) - Integração com o Google Workspace for Education (Disponível gratuitamente pelo MEC);
3 Claude (Anthropic) - Produção de textos acadêmicos;
4 Grok (xAI) - Criatividade e objetividade de tarefas;
Portanto, este curso propõe um caminho prático, acessível e gratuito para que os docentes da educação básica se apropriem dessas tecnologias como aliadas do planejamento e da criação de aulas mais interativas, diferenciadas e significativas. O uso dessas ferramentas destaca-se por respeitar as fontes do professor e por gerar recursos multimodais de alta utilidade pedagógica.
Desse modo, recomenda-se que as redes de ensino e as escolas incentivem a formação continuada nesse campo, garantindo acesso às ferramentas (preferencialmente via Google Workspace for Education) e espaços de troca entre pares, para que a inovação tecnológica se traduza em melhoria real das práticas de ensino e das aprendizagens dos estudantes.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Números Racionais: Frações, Decimais e Porcentagem

Tchierly Juliani Bier de Oliveira

Matemática e educação matemática

Sobre a atividade

Favorecer o desenvolvimento de práticas pedagógicas intencionais para o ensino dos números racionais – frações, decimais e porcentagens – que promovam a compreensão do processo lógico-histórico desse conceito, articulando diferentes representações, grandezas e relações numéricas, por meio de situações desencadeadoras de aprendizagem, atividades contextualizadas e mediações didáticas que mobilizem modos generalizados de ação matemática e contribuam para a formação do pensamento teórico dos estudantes.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

O ENRIQUECIMENTO CURRICULAR PARA ESTUDANTES COM ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO

Maria Valdeny Ferreira Gomes

Educação Especial e inclusão

Sobre a atividade

1. TEMA: O Enriquecimento Curricular para estudantes com Altas Habilidades/superdotação: fundamentos e possibilidades para a Educação Básica.
- O enriquecimento curricular constitui uma possibilidade de organização pedagógica destinada a ampliar, aprofundar e diversificar as experiências de aprendizagem dos estudantes, considerando interesses, potencialidades, ritmo de aprendizagem, criatividade e áreas de maior envolvimento.
- Para os estudantes com AH/SD, o enriquecimento não deve ser compreendido apenas como a oferta de uma quantidade maior de tarefas. Sua finalidade é proporcionar experiências qualitativamente diferenciadas, com maior complexidade, profundidade, autonomia, investigação, criatividade e possibilidade de produção.
- Na perspectiva Histórico-Cultural, fundamentada principalmente nas contribuições de Lev S. Vygotsky, o desenvolvimento das funções psicológicas superiores ocorre por meio das relações sociais, da apropriação da cultura e da mediação.
- A aprendizagem adequadamente organizada pode promover desenvolvimento. Desse modo, o trabalho pedagógico com estudantes com AH/SD não deve ficar restrito ao nível de desenvolvimento já alcançado pelo aluno. É necessário oferecer desafios que mobilizem novas formas de pensamento, investigação, criação e resolução de problemas.
- O enriquecimento curricular pode constituir uma importante forma de mediação quando possibilita:
. Acesso a conhecimentos mais complexos;
. Interação com diferentes fontes de conhecimento;
. Investigação e problematização da realidade;
. Produção cultural, científica, artística e tecnológica;
. Colaboração com pares;
. Autonomia intelectual;
. Desenvolvimento das funções psicológicas superiores.
A pergunta central para o professor deixa de ser apenas “O que este estudante já sabe?” e passa também a contemplar:
“Que experiências, conhecimentos e mediações podem favorecer novos níveis de desenvolvimento?”

Capacidade: 40 participantes
Oficinas simultâneas

Tarde

13h30 às 16h30
Sala a definir

Entre sons, silêncios e encontros: práticas musicais inclusivas no cotidiano escolar

Daline Bortoloto Ferrari

Educação Infantil e desenvolvimento da criança; Arte, música e teatro; Educação Especial e inclusão

Sobre a atividade

A oficina propõe uma abordagem teórico-prática sobre o uso da música como recurso para favorecer escuta, vínculo, regulação, participação e aprendizagem no cotidiano escolar. Por meio de fundamentação teórica e vivências musicais, serão exploradas estratégias com sons, ritmos, movimentos, pausas e diferentes formas de interação, relacionando as experiências à construção de práticas mais inclusivas e significativas.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Rotina, Previsibilidade e Autonomia: caminhos para uma escola mais inclusiva

Eliana Schell Kowaleski

Educação Infantil e desenvolvimento da criança; Educação Especial e inclusão; Gestão pedagógica, currículo e planejamento

Sobre a atividade

Atividade prática voltada à apresentação e demonstração de materiais pedagógicos acessíveis e inclusivos, desenvolvidos para favorecer a participação, a aprendizagem, a comunicação, a autonomia e a organização da rotina de alunos da inclusão. Serão apresentados recursos visuais, materiais estruturados e estratégias pedagógicas que podem ser adaptados às diferentes necessidades educacionais, contribuindo para a efetivação de práticas inclusivas no cotidiano escolar.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Além do laudo: Práticas de ensino e autonomia para alunos TEA

Kelley Adriana de Oliveira Stepanha

Educação Especial e inclusão

Sobre a atividade

Como transformar o laudo médico de ponto final em ponto de partida para o ensino? Diante do crescimento expressivo de matrículas de estudantes com TEA na rede regular, esta oficina convida o professor a redimensionar as estratégias de ensino frente aos desafios de adaptação curricular e à dinâmica de suporte compartilhado na sala de aula. Partindo da compreensão de que o desenvolvimento se reestrutura na relação coletiva com o meio e com as exigências culturais do conhecimento, o encontro oferece caminhos seguros para ampliar o acesso real dos alunos aos saberes escolares com segurança e leveza.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Letramento Racial e Educação Antirracista: Da Legislação à Prática — PNEERQ, VAAR e Protocolos de Identificação e Resposta ao Racismo

Kleiton Linhares

História e Geografia; Educação antirracista e interculturalidade; Políticas públicas e financiamento da educação; Ensino Religioso

Sobre a atividade

A oficina proposta inicia com uma pergunta, que tem sido constantemente feita nos espaços escolares: Como transformar as políticas educacionais antirracistas em ações concretas no cotidiano das instituições de ensino?
Desta forma, a oficina propõe uma experiência formativa, crítica e participativa sobre os desafios e as possibilidades de implementação da Educação das Relações Étnico-Raciais, articulando os fundamentos do Letramento Racial e da Educação Antirracista à Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (PNEERQ), às condicionalidades de equidade da complementação VAAR/FUNDEB e aos mais recentes indicativos do MEC, que são os Protocolos de Identificação e Resposta ao Racismo.
O caminho a ser traçado, tem como norte reflexões teóricas, análise de situações-problema e atividades práticas e jogos, e os participantes serão convidados a identificar e reconhecer as manifestações do racismo presentes nas relações escolares, compreendendo quais são as responsabilidades institucionais e discutir estratégias de prevenção, acolhimento, registro, encaminhamento e acompanhamento de ocorrências de discriminação racial, injúria racial e racismo.
A oficina aproximará legislação, gestão e prática pedagógica, possibilitando a construção de um ambiente educativo que seja comprometido com a equidade racial (para além somente do financiamento) e com a superação de ações pontuais, avançando para a institucionalização de práticas antirracistas permanentes.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Acolhimento Linguístico e Aprendizagem: estratégias pedagógicas para o ensino de estudantes imigrantes

Cristiane Aparecida Ribeiro Bueno

Língua Portuguesa e linguagem

Sobre a atividade

A formação propõe a reflexão e o desenvolvimento de estratégias pedagógicas para o acolhimento, a participação e a aprendizagem de estudantes imigrantes no contexto escolar. A formação parte dos desafios concretos vivenciados pelos profissionais da educação diante da diversidade linguística e cultural presente nas escolas, considerando que o desconhecimento ou o domínio ainda inicial da língua portuguesa não deve constituir impedimento ao acesso aos conhecimentos escolares.

Ao longo da formação, serão abordadas as especificidades linguísticas e escolares dos estudantes imigrantes, a identificação de barreiras linguísticas no cotidiano da escola, estratégias de acolhimento e inserção, formas de comunicação em sala de aula e utilização de recursos visuais, gestuais e multimodais. Também serão trabalhadas estratégias para o ensino do vocabulário e dos comandos escolares, adaptação de atividades sem redução dos objetivos de aprendizagem, participação dos alunos nos diferentes componentes curriculares e possibilidades de avaliação durante o processo de aprendizagem da língua portuguesa.

A formação contemplará ainda a relação entre escola e família, a construção de um perfil linguístico-pedagógico do estudante e a elaboração de estratégias e planos de atendimento que possam orientar o trabalho docente. A proposta busca articular fundamentos teóricos e metodológicos a situações concretas do cotidiano escolar, oferecendo aos profissionais conhecimentos e recursos que contribuam para práticas pedagógicas mais acessíveis, planejadas e inclusivas diante da diversidade linguística.

A formação terá caráter teórico-prático, privilegiando a análise de situações do cotidiano escolar, a construção coletiva de estratégias e a elaboração de recursos que possam ser utilizados pelos profissionais em suas práticas pedagógicas.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Adição e Subtração: significados, história, mediação docente e instrumentos metodológicos para o ensino nos anos iniciais

Tchierly Juliani Bier de Oliveira

Matemática e educação matemática

Sobre a atividade

Desenvolver práticas pedagógicas intencionais para o ensino de adição e subtração fundamentadas no processo lógico-histórico de construção das operações, promovendo a compreensão dos seus significados, das ações mentais envolvidas, das relações com o Sistema de Numeração Decimal e dos instrumentos metodológicos adequados para favorecer a formação do pensamento teórico dos estudantes.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Alimentação Infantil na Prática: como o professor pode contribuir

Gabriela Franceschini de Abreu

Educação Especial e inclusão; Alimentação e saúde infantil

Sobre a atividade

Uma abordagem sobre a importância da alimentação na infância e o papel do professor na construção de hábitos alimentares saudáveis, considerando o ambiente escolar, o comportamento alimentar e a relação da criança com os alimentos.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Da intenção à ação: planejamento, prática e avaliação na Educação Física Escolar

Paula Guimarães Bugs

Educação Física, corpo e movimento

Sobre a atividade

Compreender o processo de planejamento, desenvolvimento e avaliação das práticas pedagógicas em Educação Física Escolar, buscando favorecer experiências corporais significativas e aprendizagens alinhadas às necessidades dos estudantes.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

ESTRATÉGIAS E PLANEJAMENTO: Como aumentar o foco e engajamento dos alunos?

Elio Jacob Hennrich Junior

Educação Infantil e desenvolvimento da criança; Gestão pedagógica, currículo e planejamento; Saúde mental e desenvolvimento emocional

Sobre a atividade

O curso estrutura-se em três eixos interdependentes:
- Introdução: análise teórica dos principais desafios que levam à falta de engajamento e à dificuldade de manutenção da atenção por parte dos alunos, bem como das relações teoria-prática que fundamentam as estratégias de mitigação de tais desafios contemporâneos;
- Metodologia: apresentação das principais estratégias didáticas para aumento de engajamento, com exemplos práticos e um organograma passo a passo para criação de abordagens aplicáveis a qualquer etapa de ensino;
- Atividades Práticas: serão sugeridas 10 abordagens didáticas concretas para superação dos desafios de engajamento, falta de foco e desmotivação;
Espera-se que, ao final do percurso formativo, os professores se sintam confiantes para diagnosticar de maneira autônoma barreiras de engajamento e atenção, planejar intervenções intencionais e mediar experiências de aprendizagem que mobilizem a motivação intrínseca e a atenção sustentada dos alunos.
Professores capazes de diagnosticar o contexto de desafio, escolhem estratégias fundamentadas, gerenciam o ritmo e a carga cognitiva, oferecem autonomia e feedback formativo e ensinam explicitamente habilidades de atenção, criando condições para que os estudantes se tornem protagonistas de sua própria motivação e concentração.
Portanto, esta proposta oferece um repertório teórico e prático para que os docentes possam debater, planejar e implementar, de forma sistemática e reflexiva, estratégias que transformem a sala de aula em um espaço de engajamento genuíno e de atenção sustentada.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Formação Continuada

Gênelle Krambeck

Saúde mental e desenvolvimento emocional; Proteção de dados; Ensino Religioso

Sobre a atividade

Relações Interpessoais e trabalho em equipe

LGPD - Lei Geral de Proteção
De Dados


Ensino Religioso no Ensino Fundamental

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

IA e ferramentas digitais para facilitar o trabalho docente

Juliana Carli

Tecnologias, computação e inteligência artificial

Sobre a atividade

### Professor 2.0: IA e ferramentas digitais para facilitar o trabalho docente

Uma oficina prática e dinâmica para professores que desejam descobrir como a Inteligência Artificial e outras ferramentas digitais podem se tornar aliadas no dia a dia escolar. A proposta é explorar possibilidades para otimizar o planejamento, criar e adaptar atividades, produzir materiais, apresentações e recursos visuais, além de tornar algumas tarefas da rotina docente mais práticas e criativas.

Mais do que conhecer ferramentas, os participantes serão convidados a experimentar, testar e refletir sobre como utilizar a tecnologia com intencionalidade pedagógica, mantendo o professor como protagonista das escolhas e decisões sobre sua prática.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Mentes em Movimento: jogos colaborativos, cognição e práticas multidisciplinares

Queli Ghilardi Cancian

Educação Infantil e desenvolvimento da criança; Educação Física, corpo e movimento

Sobre a atividade

Oficina prática e dinâmica que utiliza jogos colaborativos e desafios multidisciplinares como estratégias para estimular atenção, memória, raciocínio, criatividade, comunicação e resolução de problemas. As atividades articulam movimento, pensamento e interação, favorecendo a construção coletiva do conhecimento e o desenvolvimento de habilidades cognitivas e sociais. A proposta valoriza o jogo como recurso pedagógico e inclusivo, possibilitando sua adaptação a diferentes públicos e contextos de aprendizagem, com ênfase na cooperação, participação, criatividade e desenvolvimento integral

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

O ENRIQUECIMENTO CURRICULAR PARA ESTUDANTES COM ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO

Maria Valdeny Ferreira Gomes

Educação Especial e inclusão

Sobre a atividade

1. TEMA: O Enriquecimento Curricular para estudantes com Altas Habilidades/superdotação: fundamentos e possibilidades para a Educação Básica.
- O enriquecimento curricular constitui uma possibilidade de organização pedagógica destinada a ampliar, aprofundar e diversificar as experiências de aprendizagem dos estudantes, considerando interesses, potencialidades, ritmo de aprendizagem, criatividade e áreas de maior envolvimento.
- Para os estudantes com AH/SD, o enriquecimento não deve ser compreendido apenas como a oferta de uma quantidade maior de tarefas. Sua finalidade é proporcionar experiências qualitativamente diferenciadas, com maior complexidade, profundidade, autonomia, investigação, criatividade e possibilidade de produção.
- Na perspectiva Histórico-Cultural, fundamentada principalmente nas contribuições de Lev S. Vygotsky, o desenvolvimento das funções psicológicas superiores ocorre por meio das relações sociais, da apropriação da cultura e da mediação.
- A aprendizagem adequadamente organizada pode promover desenvolvimento. Desse modo, o trabalho pedagógico com estudantes com AH/SD não deve ficar restrito ao nível de desenvolvimento já alcançado pelo aluno. É necessário oferecer desafios que mobilizem novas formas de pensamento, investigação, criação e resolução de problemas.
- O enriquecimento curricular pode constituir uma importante forma de mediação quando possibilita:
. Acesso a conhecimentos mais complexos;
. Interação com diferentes fontes de conhecimento;
. Investigação e problematização da realidade;
. Produção cultural, científica, artística e tecnológica;
. Colaboração com pares;
. Autonomia intelectual;
. Desenvolvimento das funções psicológicas superiores.
A pergunta central para o professor deixa de ser apenas “O que este estudante já sabe?” e passa também a contemplar:
“Que experiências, conhecimentos e mediações podem favorecer novos níveis de desenvolvimento?”

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Práticas de oralidade, leitura, produção textual e análise linguística nos anos iniciais: compreensões necessárias

Terezinha da Conceição Costa-Hübes

Língua Portuguesa e linguagem

Sobre a atividade

As práticas de linguagem, tal como apresentadas na BNCC e incorporadas nos currículos estaduais e municipais, tem como propósito desenvolver as capacidades linguístico-discursivas dos alunos, por meio do trabalho com a oralidade, a leitura/escuta, a produção de texto e a análise linguística. Porém, para garantir que tal propósito seja alcançado, é fundamental compreender a concepção de linguagem que embasa essas práticas para incorporá-la às atividades didáticas. Assim, pretende-se, com essa oficina, promover reflexão sobre a concepção interacionista-dialógica de linguagem na sua relação com as práticas de oralidade, leitura/escuta, produção de textos e análise linguística, de modo que essas práticas sejam explorada articuladamente no ensino de Língua Portuguesa a alunos do 1º ao 5º anos.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Recomposição da Aprendizagem: entre o diagnóstico e a ação...O que ensinar e como ensinar?

Rosane Aparecida Brandalise Corrêa

Língua Portuguesa e linguagem

Sobre a atividade

Recompor aprendizagens não significa simplesmente retomar conteúdos ou repetir atividades. É preciso compreender o que a criança já sabe, identificar o que precisa ser aprendido e, a partir dessas informações, organizar o ensino.

Nesta palestra, vamos refletir sobre os caminhos entre o diagnóstico da aprendizagem e a ação pedagógica, discutindo como transformar os resultados das avaliações em decisões sobre o que ensinar e como ensinar.

Serão abordadas possibilidades de identificação das aprendizagens consolidadas e não consolidadas, definição de prioridades e planejamento de intervenções pedagógicas.

A proposta é pensar a recomposição como parte do processo de ensino, articulando diagnóstico, planejamento, intervenção e acompanhamento da aprendizagem.

Um encontro para transformar dados em ações pedagógicas e criar novas possibilidades para que todos os estudantes avancem em suas aprendizagens.

Capacidade: 40 participantes
2027

27 de janeiro

Programação geral

Recepção

Recepção

Acolhida e orientação aos participantes.

Oficinas

Oficinas práticas — Bloco 3

Até 20 atividades simultâneas, com vagas por sala.

Intervalo

Intervalo

Período livre para almoço e circulação.

Oficinas

Oficinas práticas — Bloco 4

Último período de experiências formativas.

Palestra

Grande palestra final

Encerramento oficial do encontro.

Oficinas simultâneas

Manhã

8h30 às 11h30
Sala a definir

Entre sons, silêncios e encontros: práticas musicais inclusivas no cotidiano escolar

Daline Bortoloto Ferrari

Educação Infantil e desenvolvimento da criança; Arte, música e teatro; Educação Especial e inclusão

Sobre a atividade

A oficina propõe uma abordagem teórico-prática sobre o uso da música como recurso para favorecer escuta, vínculo, regulação, participação e aprendizagem no cotidiano escolar. Por meio de fundamentação teórica e vivências musicais, serão exploradas estratégias com sons, ritmos, movimentos, pausas e diferentes formas de interação, relacionando as experiências à construção de práticas mais inclusivas e significativas.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Além do laudo: Práticas de ensino e autonomia para alunos TEA

Kelley Adriana de Oliveira Stepanha

Educação Especial e inclusão

Sobre a atividade

Como transformar o laudo médico de ponto final em ponto de partida para o ensino? Diante do crescimento expressivo de matrículas de estudantes com TEA na rede regular, esta oficina convida o professor a redimensionar as estratégias de ensino frente aos desafios de adaptação curricular e à dinâmica de suporte compartilhado na sala de aula. Partindo da compreensão de que o desenvolvimento se reestrutura na relação coletiva com o meio e com as exigências culturais do conhecimento, o encontro oferece caminhos seguros para ampliar o acesso real dos alunos aos saberes escolares com segurança e leveza.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Letramento Racial e Educação Antirracista: Da Legislação à Prática — PNEERQ, VAAR e Protocolos de Identificação e Resposta ao Racismo

Kleiton Linhares

História e Geografia; Educação antirracista e interculturalidade; Políticas públicas e financiamento da educação; Ensino Religioso

Sobre a atividade

A oficina proposta inicia com uma pergunta, que tem sido constantemente feita nos espaços escolares: Como transformar as políticas educacionais antirracistas em ações concretas no cotidiano das instituições de ensino?
Desta forma, a oficina propõe uma experiência formativa, crítica e participativa sobre os desafios e as possibilidades de implementação da Educação das Relações Étnico-Raciais, articulando os fundamentos do Letramento Racial e da Educação Antirracista à Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (PNEERQ), às condicionalidades de equidade da complementação VAAR/FUNDEB e aos mais recentes indicativos do MEC, que são os Protocolos de Identificação e Resposta ao Racismo.
O caminho a ser traçado, tem como norte reflexões teóricas, análise de situações-problema e atividades práticas e jogos, e os participantes serão convidados a identificar e reconhecer as manifestações do racismo presentes nas relações escolares, compreendendo quais são as responsabilidades institucionais e discutir estratégias de prevenção, acolhimento, registro, encaminhamento e acompanhamento de ocorrências de discriminação racial, injúria racial e racismo.
A oficina aproximará legislação, gestão e prática pedagógica, possibilitando a construção de um ambiente educativo que seja comprometido com a equidade racial (para além somente do financiamento) e com a superação de ações pontuais, avançando para a institucionalização de práticas antirracistas permanentes.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

A Leitura como Prática de Linguagem na sua relação com as Avaliações Externa: Prova Paraná e SAEB

Terezinha da Conceição Costa-Hübes

Alfabetização e letramento; Língua Portuguesa e linguagem; Avaliação educacional

Sobre a atividade

Avaliações externas como Prova Paraná e SAEB interferem decisivamente nos encaminhamentos didáticos em sala de aula, a ponto de definir que conteúdos devem ser mais explorados nos 2º e 5º anos do Ensino Fundamental. Em função disso, Secretaria de Educação, Coordenação Pedagógica e Professores desdobram-se na perspectiva de preparar os alunos para atender minimamente o que é cobrado por essas avaliações. Diante isso, propomos, por meio dessa oficina, a retomar os objetivos de aprendizagens explorados tanto na Prova Paraná como no SAEB para juntos, pensarmos em encaminhamentos que promovam o desenvolvimento da capacidade de leitura dos alunos.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Alimentação, Autismo e Seletividade Alimentar: compreender para acolher

Gabriela Franceschini de Abreu

Educação Especial e inclusão; Alimentação e saúde infantil

Sobre a atividade

Apresenta as principais características e desafios relacionados à alimentação de crianças com TEA e seletividade alimentar, com foco na compreensão dos aspectos sensoriais e em estratégias de acolhimento e participação no ambiente escolar.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Corpo e Arte na Infância: movimento, criação e aprendizagem

Cristiane Aparecida Ribeiro Bueno

Arte, música e teatro; Educação Física, corpo e movimento

Sobre a atividade

A oficina propõe uma abordagem teórico-prática sobre as possibilidades do corpo, do movimento e da expressão artística como elementos constitutivos dos processos de aprendizagem na infância. A proposta parte de experiências lúdicas e corporais que favorecem a exploração do espaço, a coordenação motora, o equilíbrio, a percepção corporal, a atenção, a criatividade, a interação e a cooperação.

Ao longo da oficina, serão vivenciadas e analisadas atividades práticas que articulam Educação Física, Arte e diferentes áreas do conhecimento, possibilitando aos professores refletirem sobre como experiências corporais e artísticas podem ser incorporadas ao planejamento pedagógico. Serão exploradas propostas com materiais simples e acessíveis, como copos, barbantes, TNT, bolas, massa de modelar e elementos gráficos, além de atividades que envolvem criação, representação e expressão.

A formação também abordará possibilidades de adaptação das atividades para diferentes níveis de desenvolvimento e necessidades das crianças, valorizando a participação, a criatividade e as diferentes formas de expressão. A proposta busca aproximar o movimento e a arte do cotidiano escolar, superando a ideia de que essas experiências constituem apenas momentos recreativos e compreendendo-as como possibilidades de aprendizagem, expressão e desenvolvimento infantil.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Educação Étnico-racial na escola: relação teoria e prática

Rosane Aparecida Brandalise Corrêa

Educação antirracista e interculturalidade

Sobre a atividade

A Educação para as Relações Étnico-Raciais na escola exige a articulação entre os fundamentos teóricos e as práticas pedagógicas desenvolvidas no cotidiano escolar. A atividade propõe refletir sobre os princípios da educação antirracista, a legislação educacional e a valorização da história e das culturas africanas, afro-brasileiras e indígenas, relacionando-os às situações concretas vivenciadas pelos estudantes. Serão discutidas possibilidades de organização do ensino, seleção de conteúdos, materiais, literatura e estratégias pedagógicas que contribuam para o reconhecimento da diversidade e para o enfrentamento do racismo no espaço escolar. A proposta busca superar ações pontuais e promover práticas educativas planejadas, intencionais e integradas ao currículo.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

IA e ferramentas digitais para facilitar o trabalho docente

Juliana Carli

Tecnologias, computação e inteligência artificial

Sobre a atividade

### Professor 2.0: IA e ferramentas digitais para facilitar o trabalho docente

Uma oficina prática e dinâmica para professores que desejam descobrir como a Inteligência Artificial e outras ferramentas digitais podem se tornar aliadas no dia a dia escolar. A proposta é explorar possibilidades para otimizar o planejamento, criar e adaptar atividades, produzir materiais, apresentações e recursos visuais, além de tornar algumas tarefas da rotina docente mais práticas e criativas.

Mais do que conhecer ferramentas, os participantes serão convidados a experimentar, testar e refletir sobre como utilizar a tecnologia com intencionalidade pedagógica, mantendo o professor como protagonista das escolhas e decisões sobre sua prática.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Inteligência Artificial Gratuita na Preparação de Aulas Interativas

Elio Jacob Hennrich Junior

Tecnologias, computação e inteligência artificial; Gestão pedagógica, currículo e planejamento; Avaliação educacional

Sobre a atividade

A educação básica brasileira enfrenta, nos últimos anos, um conjunto complexo de desafios que impactam diretamente o cotidiano da sala de aula e na qualidade dos processos de ensino-aprendizagem. Dados recentes de pesquisas nacionais e internacionais revelam um cenário de
sobrecarga docente, heterogeneidade das turmas, baixa engajamento dos estudantes e insuficiência de tempo e recursos para o planejamento pedagógico de qualidade.
Este curso apresenta quatro ferramentas de Inteligência Artificial de acesso gratuito (ou com elementos gratuitos):
1 NotebookLM (Google) - Ferramenta principal;
2 Gemini (Google) - Integração com o Google Workspace for Education (Disponível gratuitamente pelo MEC);
3 Claude (Anthropic) - Produção de textos acadêmicos;
4 Grok (xAI) - Criatividade e objetividade de tarefas;
Portanto, este curso propõe um caminho prático, acessível e gratuito para que os docentes da educação básica se apropriem dessas tecnologias como aliadas do planejamento e da criação de aulas mais interativas, diferenciadas e significativas. O uso dessas ferramentas destaca-se por respeitar as fontes do professor e por gerar recursos multimodais de alta utilidade pedagógica.
Desse modo, recomenda-se que as redes de ensino e as escolas incentivem a formação continuada nesse campo, garantindo acesso às ferramentas (preferencialmente via Google Workspace for Education) e espaços de troca entre pares, para que a inovação tecnológica se traduza em melhoria real das práticas de ensino e das aprendizagens dos estudantes.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Mentes em Movimento: jogos colaborativos, cognição e práticas multidisciplinares

Queli Ghilardi Cancian

Educação Infantil e desenvolvimento da criança; Educação Física, corpo e movimento

Sobre a atividade

Oficina prática e dinâmica que utiliza jogos colaborativos e desafios multidisciplinares como estratégias para estimular atenção, memória, raciocínio, criatividade, comunicação e resolução de problemas. As atividades articulam movimento, pensamento e interação, favorecendo a construção coletiva do conhecimento e o desenvolvimento de habilidades cognitivas e sociais. A proposta valoriza o jogo como recurso pedagógico e inclusivo, possibilitando sua adaptação a diferentes públicos e contextos de aprendizagem, com ênfase na cooperação, participação, criatividade e desenvolvimento integral

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Multiplicação e Divisão nos Anos Iniciais: significados, história, mediação docente e instrumentos metodológicos para o desenvolvimento do pensamento teórico

Tchierly Juliani Bier de Oliveira

Matemática e educação matemática

Sobre a atividade

Desenvolver práticas pedagógicas intencionais para o ensino da multiplicação e da divisão, fundamentadas no processo lógico-histórico de construção das operações, favorecendo a compreensão de seus significados, a articulação entre situações-problema e representações concretas, o desenvolvimento de raciocínios multiplicativos e divisórios, e a formação de modos generalizados de ação nos estudantes dos anos iniciais.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Um olhar sobre a representação decimal dos números racionais nos anos iniciais, com foco nas avaliações externas.

Heliane Mariza Grzybowski Ripplinger

Matemática e educação matemática

Sobre a atividade

As atividades com os números decimais serão conduzidas de forma interativa, com sugestão de dois jogos para o trabalho com os números decimais e ainda atividades práticas voltadas ao ensino dos números decimais, relacionando com frações e porcentagem.

Capacidade: 40 participantes
Oficinas simultâneas

Tarde

13h30 às 16h30
Sala a definir

Entre sons, silêncios e encontros: práticas musicais inclusivas no cotidiano escolar

Daline Bortoloto Ferrari

Educação Infantil e desenvolvimento da criança; Arte, música e teatro; Educação Especial e inclusão

Sobre a atividade

A oficina propõe uma abordagem teórico-prática sobre o uso da música como recurso para favorecer escuta, vínculo, regulação, participação e aprendizagem no cotidiano escolar. Por meio de fundamentação teórica e vivências musicais, serão exploradas estratégias com sons, ritmos, movimentos, pausas e diferentes formas de interação, relacionando as experiências à construção de práticas mais inclusivas e significativas.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Rotina, Previsibilidade e Autonomia: caminhos para uma escola mais inclusiva

Eliana Schell Kowaleski

Educação Infantil e desenvolvimento da criança; Educação Especial e inclusão; Gestão pedagógica, currículo e planejamento

Sobre a atividade

Atividade prática voltada à apresentação e demonstração de materiais pedagógicos acessíveis e inclusivos, desenvolvidos para favorecer a participação, a aprendizagem, a comunicação, a autonomia e a organização da rotina de alunos da inclusão. Serão apresentados recursos visuais, materiais estruturados e estratégias pedagógicas que podem ser adaptados às diferentes necessidades educacionais, contribuindo para a efetivação de práticas inclusivas no cotidiano escolar.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Além do laudo: Práticas de ensino e autonomia para alunos TEA

Kelley Adriana de Oliveira Stepanha

Educação Especial e inclusão

Sobre a atividade

Como transformar o laudo médico de ponto final em ponto de partida para o ensino? Diante do crescimento expressivo de matrículas de estudantes com TEA na rede regular, esta oficina convida o professor a redimensionar as estratégias de ensino frente aos desafios de adaptação curricular e à dinâmica de suporte compartilhado na sala de aula. Partindo da compreensão de que o desenvolvimento se reestrutura na relação coletiva com o meio e com as exigências culturais do conhecimento, o encontro oferece caminhos seguros para ampliar o acesso real dos alunos aos saberes escolares com segurança e leveza.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Letramento Racial e Educação Antirracista: Da Legislação à Prática — PNEERQ, VAAR e Protocolos de Identificação e Resposta ao Racismo

Kleiton Linhares

História e Geografia; Educação antirracista e interculturalidade; Políticas públicas e financiamento da educação; Ensino Religioso

Sobre a atividade

A oficina proposta inicia com uma pergunta, que tem sido constantemente feita nos espaços escolares: Como transformar as políticas educacionais antirracistas em ações concretas no cotidiano das instituições de ensino?
Desta forma, a oficina propõe uma experiência formativa, crítica e participativa sobre os desafios e as possibilidades de implementação da Educação das Relações Étnico-Raciais, articulando os fundamentos do Letramento Racial e da Educação Antirracista à Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (PNEERQ), às condicionalidades de equidade da complementação VAAR/FUNDEB e aos mais recentes indicativos do MEC, que são os Protocolos de Identificação e Resposta ao Racismo.
O caminho a ser traçado, tem como norte reflexões teóricas, análise de situações-problema e atividades práticas e jogos, e os participantes serão convidados a identificar e reconhecer as manifestações do racismo presentes nas relações escolares, compreendendo quais são as responsabilidades institucionais e discutir estratégias de prevenção, acolhimento, registro, encaminhamento e acompanhamento de ocorrências de discriminação racial, injúria racial e racismo.
A oficina aproximará legislação, gestão e prática pedagógica, possibilitando a construção de um ambiente educativo que seja comprometido com a equidade racial (para além somente do financiamento) e com a superação de ações pontuais, avançando para a institucionalização de práticas antirracistas permanentes.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Alergias, Intolerâncias e Restrições Alimentares: segurança no ambiente escolar

Gabriela Franceschini de Abreu

Educação Especial e inclusão; Alimentação e saúde infantil

Sobre a atividade

Aborda as diferenças entre alergias e intolerâncias alimentares e os cuidados necessários no ambiente escolar, preparando os profissionais para identificar situações de risco, prevenir acidentes e atuar de forma segura e integrada com a equipe e a família.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Corpo e Arte na Infância: movimento, criação e aprendizagem

Cristiane Aparecida Ribeiro Bueno

Arte, música e teatro; Educação Física, corpo e movimento

Sobre a atividade

A oficina propõe uma abordagem teórico-prática sobre as possibilidades do corpo, do movimento e da expressão artística como elementos constitutivos dos processos de aprendizagem na infância. A proposta parte de experiências lúdicas e corporais que favorecem a exploração do espaço, a coordenação motora, o equilíbrio, a percepção corporal, a atenção, a criatividade, a interação e a cooperação.

Ao longo da oficina, serão vivenciadas e analisadas atividades práticas que articulam Educação Física, Arte e diferentes áreas do conhecimento, possibilitando aos professores refletirem sobre como experiências corporais e artísticas podem ser incorporadas ao planejamento pedagógico. Serão exploradas propostas com materiais simples e acessíveis, como copos, barbantes, TNT, bolas, massa de modelar e elementos gráficos, além de atividades que envolvem criação, representação e expressão.

A formação também abordará possibilidades de adaptação das atividades para diferentes níveis de desenvolvimento e necessidades das crianças, valorizando a participação, a criatividade e as diferentes formas de expressão. A proposta busca aproximar o movimento e a arte do cotidiano escolar, superando a ideia de que essas experiências constituem apenas momentos recreativos e compreendendo-as como possibilidades de aprendizagem, expressão e desenvolvimento infantil.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Corpo em Movimento: psicomotricidade, jogos cooperativos e desenvolvimento integral

Queli Ghilardi Cancian

Educação Infantil e desenvolvimento da criança; Educação Física, corpo e movimento

Sobre a atividade

Oficina prática e vivencial que integra movimento, psicomotricidade, jogos motores, recreativos, cooperativos e colaborativos. As atividades estimulam coordenação, equilíbrio, lateralidade, percepção corporal e espacial, atenção, memória e comunicação, favorecendo a participação e a interação entre os participantes. A proposta valoriza o movimento como possibilidade de aprendizagem, desenvolvimento e bem-estar, priorizando a cooperação, a construção coletiva e a inclusão. A oficina apresenta diferentes possibilidades de utilização e adaptação dos jogos para promover o desenvolvimento motor, cognitivo, social e integral.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

ESTRATÉGIAS E PLANEJAMENTO: Como aumentar o foco e engajamento dos alunos?

Elio Jacob Hennrich Junior

Educação Infantil e desenvolvimento da criança; Gestão pedagógica, currículo e planejamento; Saúde mental e desenvolvimento emocional

Sobre a atividade

O curso estrutura-se em três eixos interdependentes:
- Introdução: análise teórica dos principais desafios que levam à falta de engajamento e à dificuldade de manutenção da atenção por parte dos alunos, bem como das relações teoria-prática que fundamentam as estratégias de mitigação de tais desafios contemporâneos;
- Metodologia: apresentação das principais estratégias didáticas para aumento de engajamento, com exemplos práticos e um organograma passo a passo para criação de abordagens aplicáveis a qualquer etapa de ensino;
- Atividades Práticas: serão sugeridas 10 abordagens didáticas concretas para superação dos desafios de engajamento, falta de foco e desmotivação;
Espera-se que, ao final do percurso formativo, os professores se sintam confiantes para diagnosticar de maneira autônoma barreiras de engajamento e atenção, planejar intervenções intencionais e mediar experiências de aprendizagem que mobilizem a motivação intrínseca e a atenção sustentada dos alunos.
Professores capazes de diagnosticar o contexto de desafio, escolhem estratégias fundamentadas, gerenciam o ritmo e a carga cognitiva, oferecem autonomia e feedback formativo e ensinam explicitamente habilidades de atenção, criando condições para que os estudantes se tornem protagonistas de sua própria motivação e concentração.
Portanto, esta proposta oferece um repertório teórico e prático para que os docentes possam debater, planejar e implementar, de forma sistemática e reflexiva, estratégias que transformem a sala de aula em um espaço de engajamento genuíno e de atenção sustentada.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

IA e ferramentas digitais para facilitar o trabalho docente

Juliana Carli

Tecnologias, computação e inteligência artificial

Sobre a atividade

### Professor 2.0: IA e ferramentas digitais para facilitar o trabalho docente

Uma oficina prática e dinâmica para professores que desejam descobrir como a Inteligência Artificial e outras ferramentas digitais podem se tornar aliadas no dia a dia escolar. A proposta é explorar possibilidades para otimizar o planejamento, criar e adaptar atividades, produzir materiais, apresentações e recursos visuais, além de tornar algumas tarefas da rotina docente mais práticas e criativas.

Mais do que conhecer ferramentas, os participantes serão convidados a experimentar, testar e refletir sobre como utilizar a tecnologia com intencionalidade pedagógica, mantendo o professor como protagonista das escolhas e decisões sobre sua prática.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Práticas de oralidade, leitura, produção textual e análise linguística nos anos iniciais: compreensões necessárias

Terezinha da Conceição Costa-Hübes

Língua Portuguesa e linguagem

Sobre a atividade

As práticas de linguagem, tal como apresentadas na BNCC e incorporadas nos currículos estaduais e municipais, tem como propósito desenvolver as capacidades linguístico-discursivas dos alunos, por meio do trabalho com a oralidade, a leitura/escuta, a produção de texto e a análise linguística. Porém, para garantir que tal propósito seja alcançado, é fundamental compreender a concepção de linguagem que embasa essas práticas para incorporá-la às atividades didáticas. Assim, pretende-se, com essa oficina, promover reflexão sobre a concepção interacionista-dialógica de linguagem na sua relação com as práticas de oralidade, leitura/escuta, produção de textos e análise linguística, de modo que essas práticas sejam explorada articuladamente no ensino de Língua Portuguesa a alunos do 1º ao 5º anos.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

Produção e Reestruturação textual: uma ação necessária na sala de aula

Rosane Aparecida Brandalise Corrêa

Língua Portuguesa e linguagem

Sobre a atividade

A atividade aborda a produção e a reestruturação textual como práticas essenciais para o desenvolvimento da escrita. Serão discutidas estratégias de planejamento, produção, revisão e reescrita, considerando a intervenção intencional do professor e o texto do estudante como objeto de ensino e aprendizagem.

Capacidade: 40 participantes
Sala a definir

TECENDO OS FIOS DO ENSINAR E APRENDER MATEMÁTICA

Tchierly Juliani Bier de Oliveira

Matemática e educação matemática

Sobre a atividade

Desenvolver práticas pedagógicas intencionais no ensino de Matemática que favoreçam a apropriação dos conceitos fundamentais do número e do sistema de numeração decimal pelos estudantes dos anos iniciais, por meio de metodologias fundamentadas no processo lógico-histórico de construção do conhecimento, utilizando situações desencadeadoras de aprendizagem, materiais manipuláveis e tarefas que mobilizem modos generalizados de ação, com vistas à formação do pensamento teórico e ao fortalecimento da relação entre os conteúdos matemáticos e a prática social.

Capacidade: 40 participantes