Credenciamento e acolhida
Recepção, orientações e deslocamento para as salas.
Explore os dois dias, conheça as oficinas simultâneas e organize sua participação. A programação pode receber atualizações da organização.
Recepção, orientações e deslocamento para as salas.
Até 20 atividades simultâneas, com vagas por sala.
Período livre para almoço e circulação.
Nova seleção de experiências formativas.
Convidado externo a ser anunciado.
Francielli Pereira Gozzi Freiberger
Educação Especial e inclusão; Saúde mental e desenvolvimento emocional
Kelley Adriana de Oliveira Stepanha
Educação Especial e inclusão
Como transformar o laudo médico de ponto final em ponto de partida para o ensino? Diante do crescimento expressivo de matrículas de estudantes com TEA na rede regular, esta oficina convida o professor a redimensionar as estratégias de ensino frente aos desafios de adaptação curricular e à dinâmica de suporte compartilhado na sala de aula. Partindo da compreensão de que o desenvolvimento se reestrutura na relação coletiva com o meio e com as exigências culturais do conhecimento, o encontro oferece caminhos seguros para ampliar o acesso real dos alunos aos saberes escolares com segurança e leveza.
Educação Especial e inclusão
1. TEMA: O Enriquecimento Curricular para estudantes com Altas Habilidades/superdotação: fundamentos e possibilidades para a Educação Básica.
- O enriquecimento curricular constitui uma possibilidade de organização pedagógica destinada a ampliar, aprofundar e diversificar as experiências de aprendizagem dos estudantes, considerando interesses, potencialidades, ritmo de aprendizagem, criatividade e áreas de maior envolvimento.
- Para os estudantes com AH/SD, o enriquecimento não deve ser compreendido apenas como a oferta de uma quantidade maior de tarefas. Sua finalidade é proporcionar experiências qualitativamente diferenciadas, com maior complexidade, profundidade, autonomia, investigação, criatividade e possibilidade de produção.
- Na perspectiva Histórico-Cultural, fundamentada principalmente nas contribuições de Lev S. Vygotsky, o desenvolvimento das funções psicológicas superiores ocorre por meio das relações sociais, da apropriação da cultura e da mediação.
- A aprendizagem adequadamente organizada pode promover desenvolvimento. Desse modo, o trabalho pedagógico com estudantes com AH/SD não deve ficar restrito ao nível de desenvolvimento já alcançado pelo aluno. É necessário oferecer desafios que mobilizem novas formas de pensamento, investigação, criação e resolução de problemas.
- O enriquecimento curricular pode constituir uma importante forma de mediação quando possibilita:
. Acesso a conhecimentos mais complexos;
. Interação com diferentes fontes de conhecimento;
. Investigação e problematização da realidade;
. Produção cultural, científica, artística e tecnológica;
. Colaboração com pares;
. Autonomia intelectual;
. Desenvolvimento das funções psicológicas superiores.
A pergunta central para o professor deixa de ser apenas “O que este estudante já sabe?” e passa também a contemplar:
“Que experiências, conhecimentos e mediações podem favorecer novos níveis de desenvolvimento?”
Educação Infantil e desenvolvimento da criança; Arte, música e teatro; Educação Especial e inclusão
A oficina propõe uma abordagem teórico-prática sobre o uso da música como recurso para favorecer escuta, vínculo, regulação, participação e aprendizagem no cotidiano escolar. Por meio de fundamentação teórica e vivências musicais, serão exploradas estratégias com sons, ritmos, movimentos, pausas e diferentes formas de interação, relacionando as experiências à construção de práticas mais inclusivas e significativas.
Educação Infantil e desenvolvimento da criança; Educação Especial e inclusão; Gestão pedagógica, currículo e planejamento
Atividade prática voltada à apresentação e demonstração de materiais pedagógicos acessíveis e inclusivos, desenvolvidos para favorecer a participação, a aprendizagem, a comunicação, a autonomia e a organização da rotina de alunos da inclusão. Serão apresentados recursos visuais, materiais estruturados e estratégias pedagógicas que podem ser adaptados às diferentes necessidades educacionais, contribuindo para a efetivação de práticas inclusivas no cotidiano escolar.
Kelley Adriana de Oliveira Stepanha
Educação Especial e inclusão
Como transformar o laudo médico de ponto final em ponto de partida para o ensino? Diante do crescimento expressivo de matrículas de estudantes com TEA na rede regular, esta oficina convida o professor a redimensionar as estratégias de ensino frente aos desafios de adaptação curricular e à dinâmica de suporte compartilhado na sala de aula. Partindo da compreensão de que o desenvolvimento se reestrutura na relação coletiva com o meio e com as exigências culturais do conhecimento, o encontro oferece caminhos seguros para ampliar o acesso real dos alunos aos saberes escolares com segurança e leveza.
Gabriela Franceschini de Abreu
Educação Especial e inclusão; Alimentação e saúde infantil
Uma abordagem sobre a importância da alimentação na infância e o papel do professor na construção de hábitos alimentares saudáveis, considerando o ambiente escolar, o comportamento alimentar e a relação da criança com os alimentos.
Educação Especial e inclusão
1. TEMA: O Enriquecimento Curricular para estudantes com Altas Habilidades/superdotação: fundamentos e possibilidades para a Educação Básica.
- O enriquecimento curricular constitui uma possibilidade de organização pedagógica destinada a ampliar, aprofundar e diversificar as experiências de aprendizagem dos estudantes, considerando interesses, potencialidades, ritmo de aprendizagem, criatividade e áreas de maior envolvimento.
- Para os estudantes com AH/SD, o enriquecimento não deve ser compreendido apenas como a oferta de uma quantidade maior de tarefas. Sua finalidade é proporcionar experiências qualitativamente diferenciadas, com maior complexidade, profundidade, autonomia, investigação, criatividade e possibilidade de produção.
- Na perspectiva Histórico-Cultural, fundamentada principalmente nas contribuições de Lev S. Vygotsky, o desenvolvimento das funções psicológicas superiores ocorre por meio das relações sociais, da apropriação da cultura e da mediação.
- A aprendizagem adequadamente organizada pode promover desenvolvimento. Desse modo, o trabalho pedagógico com estudantes com AH/SD não deve ficar restrito ao nível de desenvolvimento já alcançado pelo aluno. É necessário oferecer desafios que mobilizem novas formas de pensamento, investigação, criação e resolução de problemas.
- O enriquecimento curricular pode constituir uma importante forma de mediação quando possibilita:
. Acesso a conhecimentos mais complexos;
. Interação com diferentes fontes de conhecimento;
. Investigação e problematização da realidade;
. Produção cultural, científica, artística e tecnológica;
. Colaboração com pares;
. Autonomia intelectual;
. Desenvolvimento das funções psicológicas superiores.
A pergunta central para o professor deixa de ser apenas “O que este estudante já sabe?” e passa também a contemplar:
“Que experiências, conhecimentos e mediações podem favorecer novos níveis de desenvolvimento?”
Acolhida e orientação aos participantes.
Até 20 atividades simultâneas, com vagas por sala.
Período livre para almoço e circulação.
Último período de experiências formativas.
Encerramento oficial do encontro.
Educação Infantil e desenvolvimento da criança; Arte, música e teatro; Educação Especial e inclusão
A oficina propõe uma abordagem teórico-prática sobre o uso da música como recurso para favorecer escuta, vínculo, regulação, participação e aprendizagem no cotidiano escolar. Por meio de fundamentação teórica e vivências musicais, serão exploradas estratégias com sons, ritmos, movimentos, pausas e diferentes formas de interação, relacionando as experiências à construção de práticas mais inclusivas e significativas.
Kelley Adriana de Oliveira Stepanha
Educação Especial e inclusão
Como transformar o laudo médico de ponto final em ponto de partida para o ensino? Diante do crescimento expressivo de matrículas de estudantes com TEA na rede regular, esta oficina convida o professor a redimensionar as estratégias de ensino frente aos desafios de adaptação curricular e à dinâmica de suporte compartilhado na sala de aula. Partindo da compreensão de que o desenvolvimento se reestrutura na relação coletiva com o meio e com as exigências culturais do conhecimento, o encontro oferece caminhos seguros para ampliar o acesso real dos alunos aos saberes escolares com segurança e leveza.
Gabriela Franceschini de Abreu
Educação Especial e inclusão; Alimentação e saúde infantil
Apresenta as principais características e desafios relacionados à alimentação de crianças com TEA e seletividade alimentar, com foco na compreensão dos aspectos sensoriais e em estratégias de acolhimento e participação no ambiente escolar.
Educação Infantil e desenvolvimento da criança; Arte, música e teatro; Educação Especial e inclusão
A oficina propõe uma abordagem teórico-prática sobre o uso da música como recurso para favorecer escuta, vínculo, regulação, participação e aprendizagem no cotidiano escolar. Por meio de fundamentação teórica e vivências musicais, serão exploradas estratégias com sons, ritmos, movimentos, pausas e diferentes formas de interação, relacionando as experiências à construção de práticas mais inclusivas e significativas.
Educação Infantil e desenvolvimento da criança; Educação Especial e inclusão; Gestão pedagógica, currículo e planejamento
Atividade prática voltada à apresentação e demonstração de materiais pedagógicos acessíveis e inclusivos, desenvolvidos para favorecer a participação, a aprendizagem, a comunicação, a autonomia e a organização da rotina de alunos da inclusão. Serão apresentados recursos visuais, materiais estruturados e estratégias pedagógicas que podem ser adaptados às diferentes necessidades educacionais, contribuindo para a efetivação de práticas inclusivas no cotidiano escolar.
Kelley Adriana de Oliveira Stepanha
Educação Especial e inclusão
Como transformar o laudo médico de ponto final em ponto de partida para o ensino? Diante do crescimento expressivo de matrículas de estudantes com TEA na rede regular, esta oficina convida o professor a redimensionar as estratégias de ensino frente aos desafios de adaptação curricular e à dinâmica de suporte compartilhado na sala de aula. Partindo da compreensão de que o desenvolvimento se reestrutura na relação coletiva com o meio e com as exigências culturais do conhecimento, o encontro oferece caminhos seguros para ampliar o acesso real dos alunos aos saberes escolares com segurança e leveza.
Gabriela Franceschini de Abreu
Educação Especial e inclusão; Alimentação e saúde infantil
Aborda as diferenças entre alergias e intolerâncias alimentares e os cuidados necessários no ambiente escolar, preparando os profissionais para identificar situações de risco, prevenir acidentes e atuar de forma segura e integrada com a equipe e a família.