Credenciamento e acolhida
Recepção, orientações e deslocamento para as salas.
Explore os dois dias, conheça as oficinas simultâneas e organize sua participação. A programação pode receber atualizações da organização.
Recepção, orientações e deslocamento para as salas.
Até 20 atividades simultâneas, com vagas por sala.
Período livre para almoço e circulação.
Nova seleção de experiências formativas.
Convidado externo a ser anunciado.
Terezinha da Conceição Costa-Hübes
Alfabetização e letramento; Língua Portuguesa e linguagem; Avaliação educacional
Avaliações externas como Prova Paraná e SAEB interferem decisivamente nos encaminhamentos didáticos em sala de aula, a ponto de definir que conteúdos devem ser mais explorados nos 2º e 5º anos do Ensino Fundamental. Em função disso, Secretaria de Educação, Coordenação Pedagógica e Professores desdobram-se na perspectiva de preparar os alunos para atender minimamente o que é cobrado por essas avaliações. Diante isso, propomos, por meio dessa oficina, a retomar os objetivos de aprendizagens explorados tanto na Prova Paraná como no SAEB para juntos, pensarmos em encaminhamentos que promovam o desenvolvimento da capacidade de leitura dos alunos.
cristiane
Alfabetização e letramento; Língua Portuguesa e linguagem
Cristiane Aparecida Ribeiro Bueno
Língua Portuguesa e linguagem
A formação propõe a reflexão e o desenvolvimento de estratégias pedagógicas para o acolhimento, a participação e a aprendizagem de estudantes imigrantes no contexto escolar. A formação parte dos desafios concretos vivenciados pelos profissionais da educação diante da diversidade linguística e cultural presente nas escolas, considerando que o desconhecimento ou o domínio ainda inicial da língua portuguesa não deve constituir impedimento ao acesso aos conhecimentos escolares.
Ao longo da formação, serão abordadas as especificidades linguísticas e escolares dos estudantes imigrantes, a identificação de barreiras linguísticas no cotidiano da escola, estratégias de acolhimento e inserção, formas de comunicação em sala de aula e utilização de recursos visuais, gestuais e multimodais. Também serão trabalhadas estratégias para o ensino do vocabulário e dos comandos escolares, adaptação de atividades sem redução dos objetivos de aprendizagem, participação dos alunos nos diferentes componentes curriculares e possibilidades de avaliação durante o processo de aprendizagem da língua portuguesa.
A formação contemplará ainda a relação entre escola e família, a construção de um perfil linguístico-pedagógico do estudante e a elaboração de estratégias e planos de atendimento que possam orientar o trabalho docente. A proposta busca articular fundamentos teóricos e metodológicos a situações concretas do cotidiano escolar, oferecendo aos profissionais conhecimentos e recursos que contribuam para práticas pedagógicas mais acessíveis, planejadas e inclusivas diante da diversidade linguística.
A formação terá caráter teórico-prático, privilegiando a análise de situações do cotidiano escolar, a construção coletiva de estratégias e a elaboração de recursos que possam ser utilizados pelos profissionais em suas práticas pedagógicas.
Cristiane Aparecida Ribeiro Bueno
Língua Portuguesa e linguagem
A formação propõe a reflexão e o desenvolvimento de estratégias pedagógicas para o acolhimento, a participação e a aprendizagem de estudantes imigrantes no contexto escolar. A formação parte dos desafios concretos vivenciados pelos profissionais da educação diante da diversidade linguística e cultural presente nas escolas, considerando que o desconhecimento ou o domínio ainda inicial da língua portuguesa não deve constituir impedimento ao acesso aos conhecimentos escolares.
Ao longo da formação, serão abordadas as especificidades linguísticas e escolares dos estudantes imigrantes, a identificação de barreiras linguísticas no cotidiano da escola, estratégias de acolhimento e inserção, formas de comunicação em sala de aula e utilização de recursos visuais, gestuais e multimodais. Também serão trabalhadas estratégias para o ensino do vocabulário e dos comandos escolares, adaptação de atividades sem redução dos objetivos de aprendizagem, participação dos alunos nos diferentes componentes curriculares e possibilidades de avaliação durante o processo de aprendizagem da língua portuguesa.
A formação contemplará ainda a relação entre escola e família, a construção de um perfil linguístico-pedagógico do estudante e a elaboração de estratégias e planos de atendimento que possam orientar o trabalho docente. A proposta busca articular fundamentos teóricos e metodológicos a situações concretas do cotidiano escolar, oferecendo aos profissionais conhecimentos e recursos que contribuam para práticas pedagógicas mais acessíveis, planejadas e inclusivas diante da diversidade linguística.
A formação terá caráter teórico-prático, privilegiando a análise de situações do cotidiano escolar, a construção coletiva de estratégias e a elaboração de recursos que possam ser utilizados pelos profissionais em suas práticas pedagógicas.
Terezinha da Conceição Costa-Hübes
Língua Portuguesa e linguagem
As práticas de linguagem, tal como apresentadas na BNCC e incorporadas nos currículos estaduais e municipais, tem como propósito desenvolver as capacidades linguístico-discursivas dos alunos, por meio do trabalho com a oralidade, a leitura/escuta, a produção de texto e a análise linguística. Porém, para garantir que tal propósito seja alcançado, é fundamental compreender a concepção de linguagem que embasa essas práticas para incorporá-la às atividades didáticas. Assim, pretende-se, com essa oficina, promover reflexão sobre a concepção interacionista-dialógica de linguagem na sua relação com as práticas de oralidade, leitura/escuta, produção de textos e análise linguística, de modo que essas práticas sejam explorada articuladamente no ensino de Língua Portuguesa a alunos do 1º ao 5º anos.
Rosane Aparecida Brandalise Corrêa
Língua Portuguesa e linguagem
Recompor aprendizagens não significa simplesmente retomar conteúdos ou repetir atividades. É preciso compreender o que a criança já sabe, identificar o que precisa ser aprendido e, a partir dessas informações, organizar o ensino.
Nesta palestra, vamos refletir sobre os caminhos entre o diagnóstico da aprendizagem e a ação pedagógica, discutindo como transformar os resultados das avaliações em decisões sobre o que ensinar e como ensinar.
Serão abordadas possibilidades de identificação das aprendizagens consolidadas e não consolidadas, definição de prioridades e planejamento de intervenções pedagógicas.
A proposta é pensar a recomposição como parte do processo de ensino, articulando diagnóstico, planejamento, intervenção e acompanhamento da aprendizagem.
Um encontro para transformar dados em ações pedagógicas e criar novas possibilidades para que todos os estudantes avancem em suas aprendizagens.
Acolhida e orientação aos participantes.
Até 20 atividades simultâneas, com vagas por sala.
Período livre para almoço e circulação.
Último período de experiências formativas.
Encerramento oficial do encontro.
Terezinha da Conceição Costa-Hübes
Alfabetização e letramento; Língua Portuguesa e linguagem; Avaliação educacional
Avaliações externas como Prova Paraná e SAEB interferem decisivamente nos encaminhamentos didáticos em sala de aula, a ponto de definir que conteúdos devem ser mais explorados nos 2º e 5º anos do Ensino Fundamental. Em função disso, Secretaria de Educação, Coordenação Pedagógica e Professores desdobram-se na perspectiva de preparar os alunos para atender minimamente o que é cobrado por essas avaliações. Diante isso, propomos, por meio dessa oficina, a retomar os objetivos de aprendizagens explorados tanto na Prova Paraná como no SAEB para juntos, pensarmos em encaminhamentos que promovam o desenvolvimento da capacidade de leitura dos alunos.
Terezinha da Conceição Costa-Hübes
Língua Portuguesa e linguagem
As práticas de linguagem, tal como apresentadas na BNCC e incorporadas nos currículos estaduais e municipais, tem como propósito desenvolver as capacidades linguístico-discursivas dos alunos, por meio do trabalho com a oralidade, a leitura/escuta, a produção de texto e a análise linguística. Porém, para garantir que tal propósito seja alcançado, é fundamental compreender a concepção de linguagem que embasa essas práticas para incorporá-la às atividades didáticas. Assim, pretende-se, com essa oficina, promover reflexão sobre a concepção interacionista-dialógica de linguagem na sua relação com as práticas de oralidade, leitura/escuta, produção de textos e análise linguística, de modo que essas práticas sejam explorada articuladamente no ensino de Língua Portuguesa a alunos do 1º ao 5º anos.
Rosane Aparecida Brandalise Corrêa
Língua Portuguesa e linguagem
A atividade aborda a produção e a reestruturação textual como práticas essenciais para o desenvolvimento da escrita. Serão discutidas estratégias de planejamento, produção, revisão e reescrita, considerando a intervenção intencional do professor e o texto do estudante como objeto de ensino e aprendizagem.